No que tem de melhor, peças de teatro solo têm a intimidade e urgência de um encontro com alguém que precisa desabafar, de preferência retratado por um ator que nos obriga a ouvir. Duas peças assim — Sea Wall de Simon Stephen e A Life de Nick Payne — estreiam como set duplo no próximo mês no Teatro Público de Nova York. Sob a direção da esmagadora Carrie Cracknell, cada uma é um monólogo que, por debaixo de sua superfície sobressalente, lida com questões profundas sobre vida, morte e identidade. Não dói, obviamente, que os homens nos contando essas histórias são Tom Sturridge e Jake Gyllenhaal, ambos retornando aos palcos nova-iorquinos pela primeira vez desde seus triunfos na Broadway com, respectivamente, 1984 e Sunday in the Park with George.

Em A Life, Gyllenhaal interpreta um homem lutando para conciliar suas emoções decorrentes do falecimento de seu pai e do nascimento de sua filha. Originalmente com o título The Art of Dying, a peça começou como um monólogo que Payne interpretava na Donmar Warehouse em Londres em 2013, após a morte de seu próprio pai. Gyllenhaal, que forneceu performances profundas nas peças passadas de Payne If There Is I Haven’t Found It Yet e Constellations, passou os quatro anos seguintes implorando ao dramaturgo para que o deixasse interpretá-la. Quando ele cedeu, Payne havia se tornado pai, e ele, Cracknell, e Gyllenhaal trabalharam em conjunto para trazer A Life até sua forma atual.

Gyllenhaal desfruta a chance de executar algo tão pessoal e vulnerável. “A natureza de estar sozinho no palco, mesmo que seja um deleite para os 30 por cento narcisista que sou, aterroriza a outra porcentagem,” diz ele. “Em seu melhor, não é uma performance. Não há máscaras, nenhuma proteção.”

Assim como Gyllenhaal, Sturridge sente uma forte afinidade pelo autor do monólogo que ele estará performando — nesse caso, Stephens (Harper Regan; The Curious Incident of the Dog in the Night-Time), cuja na peça de 2009 Punk Rock teve sua estréia no palco. “Eu amo o Simon pelo seu lirismo e pela sua brutalidade,” diz Sturridge, “e como a colisão entre eles ao invés de disparar coisas estranhamente sempre acabam gerando algo totalmente humano.” No belamente efetuado e absolutamente devastador Sea Wall, um fotógrafo chamado Alex relata uma viagem à França com sua mulher e filha jovem, durante a qual ele nada, discute sobre a existência de Deus com seu sogro, e, após um terrível vislumbre do abismo, tem sua vida despedaçada em um instante.

Pai de sua própria família jovem (ele tem uma filha de seis anos com Sienna Miller), Sturridge se identificou instantaneamente com o narrador. Seu desafio, como ele vê, é se deve proteger a si mesmo dentro de um personagem ou se expor. “Se você me perguntar quem Alex é, a resposta que eu não quero dar, porque eu tenho medo dela, é ‘Eu,’” diz ele. “Ao mesmo tempo, eu sei que se eu quero fazer isso bem feito, eu tenho que responder essa pergunta à platéia, e vai ser sobre descobrir como dizer, ‘Foda-se. Esse é quem eu sou.’”


Fonte: Vogue
Tradução & Adaptação: Equipe Jake Gyllenhaal Brasil

Jake Gyllenhaal estrelará e produzirá o remake do filme dinamarquês ‘The Guilty’. Bold Films e Nine Stories adquiriram os direitos.

O filme segue um policial sob investigação, que é rebaixado ao trabalho de mesa em um call center de emergência. Quando ele recebe um telefonema aterrorizado de uma mulher seqüestrada, ele deve lutar contra seus demônios internos para salvá-la.

‘The Guilty’ venceu o Prêmio do Público no Festival de Sundance deste ano, foi indicado nas categorias ‘Melhor Roteirista’ e ‘Melhor Ator’ no European Film Awards e foi o escolhido para representar a Dinamarca no Oscar 2019.

Gyllenhaal e Marker produzirão para a Nine Stories, ao lado de Michel Litvak, Gary Michael Walters, David Litvak e Svetlana Metkina da Bold Films. A Bold Films vai financiar o longa. O co-roteirista/diretor do filme original, Gustav Möller, e a produtora Lina Flint irão atuar como produtores executivos. O filme original foi a primeira produção da Spring, a nova iniciativa de desenvolvimento de talentos apoiada pela TrustNordisk.

“Nós vimos “The Guilty” no Festival de Sundance e fomos surpreendidos. O filme de Möller constrói tensão com maestria em um estudo agudo de personagens, e é exatamente o tipo de material que a Nine Stories está animada em desenvolver. Estamos honrados em poder adaptar este filme para a audiência americana juntamente com Bold Films,” disseram Gyllenhaal e Marker.

“Estamos entusiasmados em adquirir este grande IP para Jake”, disse o presidente da Bold Films, Michel Litvak. “É um ótimo veículo para ele criar um thriller super tenso e elevado.”

As vendas mundiais foram realizadas pela TrustNordisk, que vendeu o filme de Möller para a Magnolia Pictures nos EUA.

“Estamos super animados com essa colaboração e estamos ansiosos para continuar a incrível jornada com ‘The Guilty’”, disse Flint.


Fonte: Variety
Tradução & Adaptação: Equipe Jake Gyllenhaal Brasil

“Este é um teatro para as pessoas”, diz Jake Gyllenhaal em homenagem ao 75º aniversário do New York City Center.

O ator indicado ao Oscar lidera os desejos em um novo vídeo para o local venerável, onde ele estrelou a encenação de 2015 de “Little Shop of Horrors“, bem como “Sunday in the Park With George” em 2016.

“Há setenta e cinco anos, este edifício foi oferecido como presente a Nova York”, diz Gyllenhaal. “O prefeito Fiorello La Guardia teve uma visão de artes performáticas acessível a todos”.

O marco da Moorish Revival na 131 W. 55th St. – onde ícones como George Balanchine, Leonard Bernstein e Barbara Cook deixaram sua marca – ainda se esforça para manter essa missão.

“O City Center tem sido o lar de artistas do mundo da dança, teatro, música e ópera – todos apresentados sob o mesmo teto”, disse Arlene Shuler, presidente e CEO do centro, ao The Post.

Atualmente, os programas de educação do teatro atendem mais de 9.000 estudantes de NYC por meio de palestras comunitárias, master classes, exposições de arte e apresentações íntimas.

“Toda vez que eu falo sobre a experiência mais emocionante da minha carreira artística ela sempre começa aqui,” diz Gyllenhaal. “É um lugar onde amigos e família podem ver um show e fazerem parte da história. Eu não sei de outro lugar no mundo que seja assim.”


Fonte: New York Post
Tradução & Adaptação: Equipe Jake Gyllenhaal Brasil

Segundo o site Deadline, Jake Gyllenhaal irá estrelar e produzir o novo suspense da Netflix, ‘The Helicopter Heist’. Steven Knight, criador da série Peaky Blinders, será o roteirista.

O filme será baseado no livro homônimo do autor sueco Jonas Bonnier, sobre quatro jovens que roubaram US$6.5 milhões à luz do dia em 2009 no sul de Estocolmo, usando um helicóptero Bell 206 Jet Ranger, também roubado. Eles foram condenados, mas o dinheiro nunca foi recuperado.

No início, o plano parece infalível. Mesmo quando o Bell 206 Jet Ranger roubado da gangue decola do teto do depósito da G4S, as perguntas permanecem sem respostas. Que segredos cada homem tem? Quem é a mulher que se envolveu na vida de todos eles? E quem entre eles detém a chave para a riqueza que eles tão desesperadamente procuram?

A polícia não pôde usar seus próprios helicópteros porque os ladrões colocaram bombas ilegais por toda parte. Foi o primeiro assalto envolvendo um helicóptero na Suécia.

Ainda não há mais detalhes divulgados sobre o filme, mas a produção deve começar em breve.


Fonte: Deadline
Tradução & Adaptação: Equipe Jake Gyllenhaal Brasil

No último sábado, 8, aconteceu o terceiro dia da Comic-Con Experience Brasil (CCXP). A surpresa do dia ficou para o painel da Sony que trouxe de surpresa os atores Tom Holland, Jacob Batalon e Jake Gyllenhaal para falar sobre Homem-Aranha: Longe de Casa e mostrar com exclusividade para o público brasileiro o primeiro trailer do filme. Abaixo vocês podem conferir tudo que rolou:

Durante entrevista para o site Omelete, Jake contou um pouco sobre seu personagem, Mysterio. “Ele é recrutado por Nick Fury por causa de uma ameaça mundial, e ele se alia ao Homem-Aranha para enfrentar esta ameaça”. Jake ainda revelou que o uniforme do personagem foi feito por Nick Fury e que “esconde muitos segredos”.

No painel, Jake elogiou Tom Holland: “Eu tenho que dizer. Ele é o melhor Homem-Aranha até agora. Digo, não tem ninguém mais profissional e que faz as próprias acrobacias que nem ele. Teve um momento onde estávamos gravando e ele deu um mortal duplo para entrar na cena, e depois continuou gravando normalmente. Muita da nossa relação se desenvolveu durante as filmagens, mas nossa amizade – nossa amizade real – está no filme. Trabalhar com eles foi muito divertido.”

 

Homem-Aranha: Longe de Casa estreia em 5 de julho de 2019.


Fonte: Omelete

“Paul quis dirigir filmes desde quando descobriu o que um diretor realmente faz.” Essa revelação sobre o capitão de primeira viagem Paul Dano (“Wildlife”) vem de uma boa fonte: sua parceira e colaboradora frequente Zoe Kazan. Com Dano se preparando para seu espetáculo na Broadway “True West”, a divulgação nesse dia foi de responsabilidade de Kazan e das estrelas do filme Carey Mulligan e Jake Gyllenhaal. “Uma das coisas que me enlouquecia sobre estar com Paul por 11 anos”, Kazan continua, “é que ele lia um roteiro como ator e dizia ‘eu realmente não enxergo o filme aqui’ e eu dizia ‘esse não é seu trabalho. Se é um bom papel aceite, pague o aluguel’. Mas sempre foi assim.”

Quando eu perguntei sobre qualquer apreensão que poderiam ter tido com um diretor iniciante, Gyllenhaal falou em tom de brincadeira, “A real apreensão foi com Zoe e não com Paul.” Mulligan pensa que “é uma habilidade inerente que se tem, e simplesmente está na natureza dele,” e Gyllenhaal concorda. Ele explicou, “Acho que você só sabe quando alguém é um cineasta. Você sabe a partir do momento que os conhece pessoalmente: as coisas que falam, o que escolhem falar, o jeito com que falam. Tem algo acontecendo ali. Então você poderia dizer que alguém é um cineasta de primeira viagem, e eu diria ‘Eu sabia por causa de alguma coisa no meu instinto.’ Não parece uma primeira vez quando eles sabem o que estão fazendo.”

Adaptado do romance de mesmo nome de Richard Ford, “Wildlife” protagoniza Mulligan como Jeanette, uma mulher complexa cuja autodeterminação e auto envolvimento entram em conflito com os valores e expectativas de uma família núcleo dos anos 60. Gyllenhaal interpreta seu marido, que perde seu emprego e quer sair de casa para combater um incêndio florestal nas redondezas. O romance foi irresistível ao Dano, de acordo com Kazan que escreveu o roteiro juntamente dele. “Ele ficou realmente obcecado com o livro,” diz ela. “Algo o fascinou. Acho que ele leu umas 17 vezes.”

E enquanto há um pouco do livro nas telas, o par teve liberdade na adaptação. O final, por exemplo, que eu não contarei aqui, cresceu de uma fala jogada no livro sobre emprego para o filho do casal, interpretado pelo australiano de na época 15 anos Ed Oxenbould. Mesmo assim, Kazan disse que a história cresceu majoritariamente pela fonte: “Muito dela estava no livro, na escrita. É tão profunda e linda. Foi muito difícil para nós de desapegar da linguagem utilizada. É sempre um desafio.”

Mas nesse almoço no centro da cidade para votantes da Academia e alguns jornalistas — meu colega do Gold Derby, Tariq Kahn entre eles — as estrelas elogiaram em peso o homem por detrás da câmera. “Minha maior preocupação é fazer de menos,” Mulligan confessou. “Paul completamente entendeu isso. E seu instinto era sempre de me incentivar. E eu não teria conseguido se não fosse por ele fazendo isso.”

“Todos os personagens eram muito específicos mas nossos para encontrar,” adiciona Gyllenhaal. “Zoe e Paul sabiam que filme queriam fazer e que história queriam contar.” Sobre qualquer semelhança entre Oxenbould e seus pais cinematográficos, Mulligan riu e disse, “Muita gente acha que ele é igualzinho ao Paul Dano.” Ah, mas ele quer dirigir?

Não se esqueça de dar uma olhada no ranking feito pelos nossos especialistas dos concorrentes ao Oscar desse ano. Depois dê uma olhada nas probabilidades mais atualizadas antes de fazer suas previsões ao Oscar. Não tenha medo de se juntar agora já que você pode mudar suas previsões até as indicações serem anunciadas no dia 22 de Janeiro.


Fonte: Gold Derby
Tradução & Adaptação: Equipe Jake Gyllenhaal Brasil